Entre várias espécies, o ipê-amarelo, a árvore símbolo do Brasil, se destaca com sua coloração atrativa.
Por Amanda Medeiros
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A flor do ipê – amarelo, de tonalidade forte, se destaca entre as espécies existentes no Setor II |
Com o início da primavera, diversas flores brotam discretamente entre os prédios que compõem o Setor de Aulas Teóricas II da Universidade Federal do Rio Grande do Norte. Entre 23 de setembro e 21 de dezembro, aos poucos, essas flores, em seus mais variados formatos e colorações, dão ao lugar um contraste que embeleza a paisagem, até então composta de concreto e árvores esverdeadas.
As cores da época têm uma explicação científica. De acordo com o aluno do curso de Ciências Biológicas da UFRN, Mário Branco, “durante a estação conhecida como ‘estação das flores’, o processo de florescimento marca a fase de reprodução da maior parte das espécies existentes”. Além disso, nesse mesmo período, gradativamente as temperaturas aumentam devido à aproximação do verão e os raios solares evidenciam o colorido dessas flores entre o verde da árvore ou planta originária.
Algumas espécies menores e de coloração discreta passam despercebidas ao olhar das pessoas que circulam pelo campus. Já outras, mais intensas, roubam a atenção de quem passa pelo local. Faltando menos de um mês para o término da primavera, os Ipês espalhados pela Universidade convidam à apreciação com suas copas completas que, como afirma a aluna de curso de Zootecnia da Universidade, Déborah Guedes, “parecem ter sido organizadas com todo cuidado, flor a flor”.
Aos poucos a primavera se vai, dando espaço para o sol intenso do verão que leva da UFRN a beleza discreta e colorida das flores. Pelo o que dita a moda e diz os estudos climáticos, na próxima estação as flores ficaram apenas nas estampas das roupas e acessórios mais cobiçados.
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IMAGENS: Curiosidades, beleza e diversidade de flores no setor II da UFRN
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